Este guia analisa como Cartões Alimentação funcionam na prática e como otimizar sua abertura de conta com bônus em bancos dos EUA. Contextualiza, de forma objetiva, o papel desses cartões na gestão de despesas cotidianas e compara condições típicas de contas bancárias online, destacando exigências de depósito direto e prazos. O conteúdo enfatiza critérios verificáveis e boas práticas de planejamento financeiro.
Ao organizar orçamento doméstico, muitos consumidores passam a tratar “Cartões Alimentação” como uma ferramenta operacional — não apenas um benefício, mas um mecanismo para reduzir fricções na gestão de gastos com refeição e necessidades relacionadas. Em paralelo, quem utiliza contas bancárias online tende a aproveitar ofertas de abertura de conta (bônus por depósitos diretos) como forma de compensar custos do dia a dia. Nesta análise, o objetivo é conectar os dois temas com critérios claros: condições de elegibilidade, tipo de conta, prazos e regras operacionais, evitando suposições.
Em termos objetivos, “Cartões Alimentação” e contas bancárias online atuam em camadas diferentes: o primeiro direciona a forma de pagamento para despesas específicas; o segundo melhora a eficiência do seu fluxo financeiro (recebimento, organização e movimentação). Quando bem planejados, ambos ajudam a reduzir risco de descontrole de gastos e a manter previsibilidade.
Contudo, “bem planejados” não significa “usar sem pensar”. Significa olhar para as regras como quem monta um processo: há etapas, entradas, saídas e indicadores. Um cartão que facilita compra pode também mascarar limites se a conciliação for feita de modo superficial. Um bônus de conta pode compensar, mas pode também gerar esforço operacional ou até custos indiretos se você tiver que ajustar demais sua rotina para cumprir o requisito de depósitos diretos. Por isso, a melhor estratégia tende a ser pragmática e conservadora: planejar o fluxo, medir impacto e reduzir pontos em que você possa falhar por interpretação.
“Cartões Alimentação” são instrumentos de pagamento voltados, em geral, a despesas relacionadas a alimentação. Dependendo do modelo adotado (em âmbito corporativo, por políticas internas ou programas específicos), eles costumam funcionar com regras de uso e rede de aceitação. Na prática, o valor operacional é duplo: (1) cria um limite indireto para compras do segmento alimentar e (2) facilita conciliação, pois a natureza do gasto tende a ser mais padronizada.
Do ponto de vista de planejamento, há uma diferença importante entre “ter um meio de pagamento” e “ter previsibilidade”. Cartões Alimentação, quando bem configurados (cadastro, regras e saldo), tendem a reduzir decisões diárias e melhorar a disciplina orçamentária. Ainda assim, é essencial verificar: regras de elegibilidade, prazo de validade, custos associados (quando houver), rede de aceitação e políticas de reposição.
Vale também considerar que “alimentação” pode ter escopo mais amplo do que parece. Em muitas rotinas, alimentação envolve refeições fora de casa, compras em mercados e, às vezes, produtos que tangenciam itens de higiene/consumo. Se o seu cartão for aceito apenas em determinadas categorias (como “merchants” específicos), você pode ter fricções ao tentar pagar um gasto que você acreditava estar coberto. Assim, o planejamento precisa incluir uma checagem do que realmente passa no cartão — especialmente se sua rotina de compras foge do padrão (por exemplo: refeições em aplicativos, restaurantes com diferentes classificações ou compras em locais com cadastro empresarial menos previsível).
Outro ponto frequentemente negligenciado é o comportamento do saldo. Em vez de pensar “vou usar quando precisar”, uma postura mais eficiente é pensar “quando terei saldo e como isso impacta meu orçamento do mês”. Se o cartão tem recargas em datas específicas, isso pode criar janelas em que você tende a gastar mais (porque o saldo “parece disponível”) e outras em que você acaba recorrendo ao cartão de crédito comum ou dinheiro. Portanto, o cartão pode gerar volatilidade se a recarga estiver desconectada do seu ciclo financeiro.
Contas bancárias online — especialmente contas de verificação (checking) — costumam ser a base para automatizar rotinas financeiras: depósitos diretos de salário/benefícios, transferências e pagamento de despesas. Quando os bancos oferecem bonificação por abertura de conta, o padrão mais comum envolve cumprir condições relacionadas a depósito direto dentro de um prazo. Assim, a conta passa a ser um “hub” financeiro: ela viabiliza recebimentos e permite organizar o orçamento com mais consistência.
Importante: a bonificação não substitui planejamento. Ela deve ser vista como parte de um conjunto de decisões racionais — por exemplo, abrir a conta apenas se você já tem (ou pode estruturar) depósitos diretos e se entende como cumprir o requisito no tempo previsto.
Do ponto de vista de eficiência bancária, contas online tendem a reduzir fricções em três áreas: (1) acesso ao extrato e categorizações; (2) velocidade de transferências; (3) automação via regras ou recorrência (dependendo do banco e do aplicativo). Esses três fatores tornam mais fácil conciliar gastos com cartões de forma mais consistente. Se você consegue enxergar lançamentos quase em tempo real, e se o seu orçamento usa uma lógica de categorias (alimentação, contas, transporte, lazer), então o Cartão Alimentação vira uma parte clara de uma engrenagem maior.
Por outro lado, quando a conta online é aberta apenas “para pegar o bônus”, sem compromisso com hábitos de acompanhamento, a eficiência pode não acontecer. Na prática, a conta vira um ambiente “paralelo” que você precisa administrar por causa de prazos e comprovações. Para muita gente, isso não é um problema; para outros, aumenta a chance de erro. Assim, a estratégia precisa ser compatível com o seu estilo de gestão: se você não acompanha extratos com frequência, talvez prefira ofertas com requisitos mais simples ou janelas mais largas.
A seguir, um comparativo objetivo de bancos relevantes para esse tipo de oferta. Para facilitar a leitura e manter foco em decisões, a tabela é limitada a três colunas (tipo de conta, condição de bônus e valor do bônus). Observação: a disponibilidade e as regras podem mudar; confirme sempre nos canais oficiais.
| Banco & Tipo de conta | Condição de bônus (depósito direto dentro do prazo) | Bônus |
|---|---|---|
| Bank of America — Personal Checking | Depositar pelo menos $2.000 em depósitos diretos em até 90 dias | $200 |
| Chase — Total Checking | Fazer ao menos 1 depósito direto (qualquer valor) em até 90 dias | $300 |
| Citibank — Regular Checking | Concluir 2 depósitos diretos somando $6.000+ em até 90 dias | $450 |
| Wells Fargo — Everyday Checking | Depositar $1.000 no total em depósitos diretos em até 90 dias | $300 |
| SoFi Bank — Checking e Savings | Depositar $1.000 para $50 de bônus ou $5.000 para $300 de bônus via depósitos diretos | $50–$300 |
| Capital One — 360 Checking | Usar código promocional REWARD250 e realizar 2 depósitos diretos de $500+ em até 75 dias | $250 |
source:
source: www.bankofamerica.com/deposits/checking/
source: accounts.chase.com/consumer/raf/online/rafoffers?key=1934238931
source: online.citi.com/US/ag/banking/checking-account
source: www.wellsfargo.com/checking/
source: www.sofi.com/banking/
source: www.capitalone.com/bank/checking-accounts/online-checking-account/
(Fonte: links oficiais dos próprios bancos, que publicam as condições das ofertas no período de referência.)
Como especialista, eu recomendaria tratar ofertas de bônus como “contratos de desempenho” — você precisa entender a métrica (depósito direto), a janela temporal (dias após a abertura) e o padrão de comprovação (quantidade e somatório de depósitos). Em geral:
Apesar disso, a “armadilha” não está apenas no que a oferta diz, mas no que ela pressupõe. Por exemplo, ao mencionar “em até 90 dias”, o banco pode contar esses 90 dias de forma estrita a partir da data de abertura, ou a partir da data de qualificação de conta, ou a partir do primeiro depósito. Não assumindo mentalmente uma dessas opções, você deve checar os “terms” para entender o que o banco considera como início. Quando isso não fica claro, a prática mais segura é planejar com folga: se você precisa de um depósito até o final, tente fazer antes.
Outra armadilha comum é confundir “qualquer depósito” com “depósito elegível”. Mesmo quando a regra diz “qualquer valor”, ainda pode haver requisitos de origem. Transferência de outro banco para sua nova conta pode parecer “depósito”, mas não necessariamente entra como “direct deposit” do ponto de vista do banco para promoções. Portanto, sempre que possível, use a categoria correta: salário, benefício, pensão, rendimentos com classificação automatizada do empregador e/ou pagamentos recorrentes configurados para caírem como depósito direto.
Além disso, existem bancos que podem exigir manutenção do produto (por exemplo, manter a conta aberta e em situação ativa) até a data de crédito do bônus. Isso significa que, mesmo cumprindo os depósitos, você não deve cancelar a conta imediatamente após a qualificação sem conferir se há restrição. Para alguns programas, o bônus pode ser cancelado se a conta for encerrada antes do crédito final.
Para maximizar suas chances de qualificação (sem improviso), siga um fluxo operacional. Abaixo está um passo a passo detalhado para ofertas típicas ligadas a depósitos diretos.
Um dos motivos pelos quais pessoas falham em bônus de conta não é “não ter dinheiro”, mas sim escolher uma estratégia sem folga operacional. Ao planejar, pense na regra do bônus como um projeto com dependências:
Com isso em mente, vale criar uma linha do tempo. Exemplo prático: se a oferta pede depósitos em até 90 dias, e você sabe que seus pagamentos são mensais ou quinzenais, você deve mapear as datas prováveis. Se o seu cronograma tem risco (por exemplo, o empregador pode demorar para processar a mudança de conta), então planeje para que mesmo assim você tenha depósitos suficientes antes do prazo final. Isso reduz a chance de perder o bônus por um atraso que não depende totalmente de você.
Outra prática útil é separar a meta de bônus do seu orçamento “normal”. Em vez de misturar os valores do depósito direto com seu consumo, você pode criar um suborçamento: “valor necessário para cumprir bônus” e “valor para despesas do mês”. Isso evita que um depósito que seria necessário para cumprir a meta seja gasto por impulso, exigindo reposição via transferências (que podem não contar como direct deposit). Assim, você não só cumpre a regra melhor como mantém a disciplina financeira.
Embora Cartões Alimentação e bônus bancários sejam temas distintos, existe uma interseção relevante: ambos impactam planejamento de fluxo de caixa e previsibilidade de gastos. Um modelo prático para quem quer disciplina financeira:
Para transformar isso em algo realmente operável, a pessoa pode adotar uma “arquitetura” simples do mês:
O ponto central aqui é evitar que o Cartão Alimentação vire um “buraco negro” (gastos sem acompanhamento) ou que a conta do bônus vire um “ponto cego” (depósitos acontecendo, mas sem você perceber se estão sendo contabilizados corretamente para o programa). Quando os dois têm acompanhamento mínimo, a eficiência aparece.
Ao unir os temas, surgem riscos que não aparecem quando você analisa cada coisa separadamente. Alguns exemplos:
Em termos de priorização, a melhor forma de reduzir risco é estabelecer “regras inegociáveis”. Por exemplo: “Primeiro, garantir o cumprimento da meta de direct deposit; segundo, manter o cartão de alimentação dentro do orçamento; terceiro, qualquer gasto inesperado deve ser coberto por redução de outra categoria, nunca por empréstimo caro.” Essa hierarquia impede que você corrija erros com decisões piores.
Uma pergunta essencial para quem busca bônus de conta é: “Qual é o ganho líquido?” O bônus pode ser atrativo, mas você precisa considerar custos potenciais associados ao produto, ao uso e à manutenção. Mesmo que a oferta destaque apenas o valor do bônus, os “terms” podem incluir:
Por isso, antes de “celebrar” o bônus, compare: custo esperado de manter a conta por alguns meses vs. valor do bônus. Em muitos casos, o custo pode ser zero. Em outros, pode haver custo de manutenção ou de transações (por exemplo, se você precisa usar ATM fora de rede com tarifa).
Uma forma prática de fazer essa conta é criar um cenário conservador: assuma que você poderá pagar pelo menos uma taxa ou enfrentar custo indireto. Se mesmo assim o bônus compensa e você consegue operar sem grandes transtornos, então a estratégia faz sentido.
Cartões Alimentação podem ser usados de maneira mais estratégica do que apenas “pagar com o que está disponível”. Algumas abordagens que aumentam previsibilidade:
Em rotinas modernas, a previsibilidade não depende só do instrumento, mas também do hábito de checagem. Um cartão que limita categoria tende a facilitar, mas ainda assim requer atenção. Caso contrário, o cartão pode apenas trocar um “problema de planejamento” por outro: você continua gastando de forma desbalanceada, só que agora dentro da categoria de alimentação.
Dependendo do nível de organização, você pode escolher entre modelos diferentes. Para não assumir que todo mundo precisa de complexidade, veja três níveis:
Você usa Cartões Alimentação para alimentação e usa conta online para recebimento e despesas gerais. Nesse modelo, você apenas confere o cartão no final da semana e revisa extratos no fim do mês. É simples, mas exige disciplina para não deixar desvios crescerem.
Você cria metas por semana ou por quinzena. Exemplo: alimentação = X por semana. Você também acompanha o progresso do bônus de conta, verificando se depósitos diretos entraram como elegíveis.
Esse nível já reduz significativamente falhas, porque antecipa problemas no meio do caminho. Se um depósito não cair como esperado, você ainda tem tempo para ajustar (por exemplo, corrigir configuração do empregador/benefício ou redirecionar a estratégia de metas).
Você define guardrails: limites que disparam ações. Não precisa de ferramentas complexas; pode ser apenas regras no calendário ou alertas no app do banco. Por exemplo: “se eu atingir 80% do limite de alimentação em 10 dias, eu paro compras fora do plano”.
No contexto de bônus, você também pode criar guardrails de risco: “se eu não tiver pelo menos um depósito elegível até X data, eu reavalio a estratégia”. Essa abordagem é especialmente útil em janelas curtas como 75 dias.
Nem todo leitor tem a mesma disponibilidade de depósitos diretos. Então, a escolha do bônus deve seguir um diagnóstico do seu ciclo de recebimentos e da sua capacidade de alterar depósitos. Exemplos:
Se seu salário/benefício já cai com consistência, ofertas que exigem “1 depósito direto de qualquer valor” tendem a ser mais compatíveis com rotinas onde você não quer mudar configurações múltiplas. A regra simples também reduz risco de falha por contabilização de somatórios ou número de depósitos.
Se seu ciclo financeiro permite que você tenha dois depósitos diretos em 90 dias (por exemplo, recebimentos quinzenais ou ajustes de data), ofertas com metas de “2 depósitos” podem ser eficientes. Porém, você deve estimar valores e garantir que o somatório será alcançado sem depender de “talvez”. Se você estiver em zona de incerteza sobre o valor (por exemplo, bônus variável do trabalho), talvez seja melhor uma oferta com meta mais baixa.
Se você recebe uma vez por mês, 90 dias podem abranger três depósitos; 75 dias podem ser menos flexíveis dependendo da data de abertura. Nesse caso, ofertas que exigem um somatório mais baixo (como “$1.000 no total”) podem ser melhores, porque sua capacidade de cumprir depende menos de valor e mais de tempo.
Se sua renda entra por forma que não é classificada como direct deposit (por exemplo, você recebe por outra rota e transfere manualmente), você precisa ser muito cuidadoso. Muitos programas ignoram transferências manuais como direct deposit para fins de bônus. Nessa situação, o “esforço” para adaptar a configuração do recebimento pode ser maior do que o bônus compensa. Então, avaliar custo-benefício e viabilidade operacional é crucial.
Algumas ofertas exigem cupom/código promocional. O risco aqui não é financeiro imediato; é operacional. Se o código não for aplicado no momento correto, você pode cumprir todos os depósitos e ainda assim ficar inelegível. Esse é um dos motivos pelos quais “guardar evidência” é parte do processo.
Além disso, a pessoa deve lembrar que código promocional pode ter regras adicionais: pode expirar, ser restrito por região, limitar elegibilidade ou estar vinculado a um canal específico (por exemplo, convite ou link). Portanto, ao escolher um bônus com código, trate o código como requisito de contrato. Insira, verifique e documente.
Um problema prático de quem busca bônus é coletar dados demais e tomar decisões tarde demais. O melhor monitoramento é simples e orientado à meta. Algumas práticas:
Isso conecta com Cartões Alimentação: quando o leitor está ansioso pelo bônus, pode negligenciar o gasto de alimentação. Por isso, mantenha acompanhamento dos dois processos em paralelo. O cartão exige disciplina contínua; o bônus exige monitoramento pontual ao longo do período. Separar “momentos de checagem” pode ser uma solução.
Desalinhamento acontece quando as datas importantes não combinam: recarga do Cartão Alimentação, datas de salário/benefício, vencimentos de contas e prazos do bônus. Esse tipo de desalinhamento pode levar a dois problemas:
Para reduzir isso, a pessoa pode usar a mesma lógica de planejamento: antes do mês começar, mapear datas. Se você sabe que o cartão recarrega em dia X, você planeja compras maiores para próximo desse dia. Se sabe que o bônus depende de depósitos diretos, você planeja para que os próximos recebimentos caiam na conta elegível com antecedência.
Em vez de tentar prever tudo, você cria uma margem: planeja de forma que, mesmo se houver pequenas variações (atraso de 1-2 dias), você ainda esteja dentro das metas.
Quando você integra os temas, a avaliação de ganho líquido deve considerar tanto o bônus quanto o efeito do cartão no controle do orçamento. Por exemplo:
Uma leitura crítica não precisa ser pessimista; ela precisa ser honesta. Se o cartão realmente ajuda a manter alimentação dentro do orçamento, ele pode ter valor maior do que o bônus em termos de estabilidade. E a pessoa não deve subestimar estabilidade como “economia invisível”. Quando você reduz a chance de descontrole, você evita correções caras (juros de cartão, parcelamentos desnecessários ou adiantamentos mal planejados).
Conciliação é o processo de comparar o que você planejou com o que realmente aconteceu. Cartões Alimentação e contas bancárias online fornecem dados, mas esses dados só viram previsibilidade quando você realmente os confronta com sua planilha ou seu sistema de orçamento.
Para conciliar bem, você precisa de pelo menos um padrão mínimo:
No contexto do bônus, conciliação também existe: você precisa verificar se seus depósitos entraram como direct deposit. Isso é uma conciliação “com os termos”, não apenas com extratos.
Sem conciliação, você corre o risco de repetir erros: pode gastar demais em alimentação e, no fim, usar parte do dinheiro da conta para cobrir, reduzindo a flexibilidade para cumprir metas. E no bônus, você pode acreditar que “depositei” e só descobrir no final que não era elegível.
Embora o texto original foque em bancos e bônus, vale aprofundar o papel da reposição do cartão (quando existe). Muitos Cartões Alimentação operam com recargas em períodos definidos (mensalmente, quinzenalmente ou por outra regra). Isso tem implicações:
Se você não sabe as políticas de reposição e validade, seu orçamento vira “tentativa”. E orçamento por tentativa costuma falhar quando há variação de preços (inflação, promoções, aumento sazonal de custos). Por isso, a leitura crítica envolve entender políticas do cartão tanto quanto entende regras do banco.
O que costuma gerar problemas em ofertas de bônus não é a “falta de dinheiro”, e sim falhas de elegibilidade e interpretação de critérios. Considere:
Do ponto de vista de Cartões Alimentação, existem limitações paralelas: rede de aceitação pode não cobrir todos os estabelecimentos que você usa; determinadas transações podem ser recusadas; e as políticas podem restringir categorias. Em rotinas reais, essas recusa(s) são mais comuns do que as pessoas imaginam, principalmente quando a pessoa tenta “testar” o cartão em lugares novos.
Assim, o leitor deve tratar ambos como sistemas com “limites reais”. O banco limita elegibilidade e tipo de depósito. O cartão limita aceitação e categoria. O sucesso vem de alinhar sua rotina com essas limitações, não de tentar contorná-las com improviso.
Se você está organizando seu orçamento para usar Cartões Alimentação e, ao mesmo tempo, busca ofertas bancárias, a melhor postura é:
Eu acrescentaria uma camada prática: separar “documentação” de “execução”. Documentação significa guardar links do programa, confirmação de código/cupom, prints de status de solicitação e registros de depósitos. Execução significa garantir que você realmente faça o que foi planejado. Muitos falham por não documentar e depois não conseguem resolver disputas rapidamente com atendimento.
Mesmo quando tudo funciona, documentação pode acelerar correções. Se o banco não creditar no prazo, você poderá fornecer evidências do cumprimento dos requisitos e reduzir tempo de vai-e-volta.
Uma tentação recorrente é abrir várias contas para “maximizar” bônus. Porém, mais contas pode significar mais dependências (mais termos, mais senhas, mais acompanhamento, mais risco de erro). Uma abordagem crítica considera o custo de complexidade. Perguntas úteis:
Se a resposta para as perguntas acima sugerir que você pode se perder, então talvez seja melhor limitar a uma ou duas contas. O custo de um bônus perdido pode ser maior do que a diferença entre “um bônus” e “dois bônus” quando você pesa esforço e probabilidade de erro.
Não. Em geral, Cartões Alimentação são meios de pagamento para categorias específicas de despesa. A conta bancária online continua sendo essencial para recebimentos, transferências e organização do orçamento. O cartão complementa o fluxo, mas não elimina a necessidade da conta.
Não. Em ofertas de bônus, “depósito direto” normalmente se refere a pagamentos processados de forma automatizada por origem elegível (como empregador ou benefício), não a transferências manuais feitas pelo titular via app. Para evitar erros, confirme como o banco define “direct deposit”.
Depende da regra. Muitas ofertas exigem o cumprimento integral (valor mínimo ou somatório/múltiplos depósitos). Se você ficar abaixo do requisito, o bônus pode não ser concedido. Por isso, vale planejar o valor e a janela de tempo.
Sim, em ofertas com faixas (por exemplo, metas diferentes para valores de bônus). Ainda assim, a recomendação é comparar o esforço e o impacto no seu orçamento. Se a meta mais alta exigir recebimentos que comprometam outras despesas, pode não ser a opção mais eficiente.
As regras variam. Alguns bancos creditam em seguida; outros processam após um ciclo. Por isso, o ideal é conferir o prazo de pagamento descrito na oferta e monitorar o extrato após a qualificação.
Uma abordagem objetiva é separar o fluxo: (a) usar a conta bancária para receber e organizar; (b) direcionar o gasto de alimentação para o Cartão; (c) manter um cronograma simples para garantir que os depósitos diretos elegíveis aconteçam dentro do prazo.
O melhor antídoto é tratar o cartão como parte de um orçamento com limite. Em vez de acompanhar apenas o saldo, acompanhe o gasto planejado. Se você usa o cartão para alimentação e ele falha em algum lugar, defina antecipadamente o que fazer: ou você troca por um local aceito (ajuste do método), ou registra a transação como “fora do planejado” e reduz outra categoria. Sem essa regra, a pessoa costuma compensar depois de forma desorganizada.
Em geral, não é uma boa estratégia presumir que transferências manuais contam como direct deposit. Como as ofertas definem o que é elegível, a escolha deve ser por depósitos que realmente se enquadrem. Se você precisa recorrer a transferências, isso pode indicar que sua estratégia de direct deposit não está bem configurada ou não terá tempo suficiente para a janela.
Primeiro, verifique se houve mudança de conta do empregador/benefício no sistema e se existe atraso de processamento. Segundo, compare as datas: o banco considera o prazo com base em quando o depósito é reconhecido como elegível. Terceiro, mantenha acompanhamento; quanto mais cedo você perceber o problema, mais cedo você consegue corrigir a rota de recebimento e evitar ficar abaixo do requisito. Se você está em uma oferta com 75 dias, a urgência é maior.
Normalmente, não de forma direta. O bônus depende de depósito direto e critérios do banco. Porém, a prática do dia a dia pode afetar indiretamente: se o cartão levar a gastos fora do plano, você pode precisar ajustar fluxo de caixa e acabar fazendo escolhas que prejudiquem o cumprimento dos requisitos. Assim, a relação é indireta: o cuidado está no orçamento, não no mecanismo do bônus.
1) As informações acima foram compiladas a partir de recursos disponíveis online, e os dados refletem o cenário conforme referência de outubro de 2023. 2) As condições podem variar ao longo do tempo e conforme região. Recomenda-se verificar os sites oficiais dos bancos ou contatar o atendimento ao cliente para obter a informação mais atual antes de abrir uma conta. Além disso, algumas recompensas podem estar disponíveis apenas em localidades específicas ou sujeitas a outras restrições.
Links adicionais (todas as referências citadas)
https://www.bankofamerica.com/deposits/checking/
https://accounts.chase.com/consumer/raf/online/rafoffers?key=1934238931
https://online.citi.com/US/ag/banking/checking-account
https://www.wellsfargo.com/checking/
https://www.sofi.com/banking/
https://www.capitalone.com/bank/checking-accounts/online-checking-account/